{"id":518,"date":"2026-02-05T16:48:47","date_gmt":"2026-02-05T21:48:47","guid":{"rendered":"https:\/\/events.asc-cybernetics.org\/2026\/?page_id=518"},"modified":"2026-02-10T12:44:41","modified_gmt":"2026-02-10T17:44:41","slug":"sessoes-da-conferencia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/events.asc-cybernetics.org\/2026\/pt\/sessoes-da-conferencia\/","title":{"rendered":"Sess\u00f5es da Confer\u00eancia"},"content":{"rendered":"\n<p>A ASC Brasil 2026 \u00e9 organizada em torno de sete sess\u00f5es tem\u00e1ticas, cada uma conduzida por proponentes que ir\u00e3o orientar as conversas em seu respectivo campo. Os participantes s\u00e3o convidados a submeter contribui\u00e7\u00f5es alinhadas \u00e0s quest\u00f5es e aos formatos da sess\u00e3o escolhida.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sess\u00e3o 1: Conflu\u00eancias Vi\u00e1veis \u2014 100 Anos de Stafford Beer em Conversa com a Am\u00e9rica Latina<\/h3>\n\n\n\n<p><em>Organizada pela <a href=\"https:\/\/metaphorum.org\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/metaphorum.org\/\">Metaphorum<\/a> (Allenna Leonard, Jon Walker, Angela Espinosa, Pedro Pablo Cardoso, Camilo Osejo, Ayham Fattoum, Stephen Harwood, <a href=\"mailto:juliana.ma@unitins.br\" data-type=\"mailto\" data-id=\"mailto:juliana.ma@unitins.br\">Juliana Mariano Alves<\/a>)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Celebrando o centen\u00e1rio do nascimento de Stafford Beer, esta trilha explora como sua vis\u00e3o de liberdade, viabilidade e autonomia continua a ressoar nas experi\u00eancias latino-americanas de transforma\u00e7\u00e3o social, ecol\u00f3gica e institucional. A trilha convida os participantes a examinar como a cibern\u00e9tica de Beer se articula com a conflu\u00eancia enquanto amplifica\u00e7\u00e3o m\u00fatua, na qual correntes diversas se fortalecem sem assimila\u00e7\u00e3o. Por meio de apresenta\u00e7\u00f5es em p\u00f4ster, discuss\u00f5es participativas em formato de <em>marketplace<\/em> e uma demonstra\u00e7\u00e3o de Syntegration, os participantes ir\u00e3o explorar quest\u00f5es de governan\u00e7a, complexidade e o desenho de institui\u00e7\u00f5es vi\u00e1veis em diferentes contextos culturais e territoriais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavras-chave:<\/strong> Stafford Beer, Cibern\u00e9tica Organizacional, Metaphorum, Modelo de Sistema Vi\u00e1vel, Team Syntegrity, Conflu\u00eancia<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sess\u00e3o 2: Design Pluriversal Mais-que-Humano<\/h3>\n\n\n\n<p><em>Organizada por <a href=\"mailto:annanzuo127@gmail.com\" data-type=\"mailto\" data-id=\"mailto:annanzuo127@gmail.com\">Annan Zuo<\/a> (University of Oxford), Claudia Westermann (Curtin University), Frederick Steier (University of South Florida)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Em muitos mundos culturais, o ato de projetar \u00e9 um processo coletivo que emerge de rela\u00e7\u00f5es rec\u00edprocas entre humanos, animais, plantas, paisagens, materiais e esp\u00edritos. A partir de referenciais de design pluriversal e mais-que-humano, esta trilha explora como a cibern\u00e9tica pode participar de processos de constru\u00e7\u00e3o de mundos ao se engajar com ontologias nas quais a ag\u00eancia \u00e9 distribu\u00edda e seres mais-que-humanos s\u00e3o co-criadores de sistemas vivos. Convidamos contribui\u00e7\u00f5es que demonstrem como cosmologias alternativas e pr\u00e1ticas relacionais informam projetos de design sist\u00eamico e ecol\u00f3gico em diferentes escalas \u2014 de artefatos e instala\u00e7\u00f5es \u00e0 arquitetura e \u00e0s paisagens.<\/p>\n\n\n\n<p>Os apresentadores s\u00e3o convidados a falar a partir de, narrar ou performar as perspectivas de agentes mais-que-humanos, apresentando seus trabalhos por meio dos mundos-da-vida, das capacidades sensoriais e das caracter\u00edsticas comunicativas dos seres mais-que-humanos escolhidos. Isso pode incluir, por exemplo, articular pr\u00e1ticas de manejo florestal amaz\u00f4nico a partir do ponto de vista de uma harpia ou reimaginar a recupera\u00e7\u00e3o da paisagem Satoyama pela voz de um cipreste. Ao conectar performatividade, saberes situados e sintonias multiesp\u00e9cies, esta trilha busca revelar ontologias relacionais compartilhadas presentes em pr\u00e1ticas de design mais-que-humano interculturais, ao mesmo tempo em que celebra suas cosmologias distintas.<\/p>\n\n\n\n<p>Aceitamos artigos, performances, artefatos, narrativas e especula\u00e7\u00f5es em design. Participantes que necessitem de uma publica\u00e7\u00e3o aceita por raz\u00f5es de financiamento devem, idealmente, entrar em contato com as coordena\u00e7\u00f5es da trilha para discutir op\u00e7\u00f5es e prazos de publica\u00e7\u00e3o antes de submeter um resumo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavras-chave:<\/strong> Pluriverso, Mais-que-Humano, Design, Performatividade, Sintonia Multiesp\u00e9cies<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sess\u00e3o 3: Mat\u00e9rias H\u00edbridas<\/h3>\n\n\n\n<p><em>Organizada por <a href=\"mailto:graziele.lautenschlaeger@uspt.at\">Graziele Lautenschlaeger<\/a> (USTP \u00c1ustria), Merve Keskin (University of Salzburg), Thibaud Chassin (University of Graz)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Com a sess\u00e3o <em>Mat\u00e9rias H\u00edbridas<\/em>, buscamos justapor princ\u00edpios cibern\u00e9ticos a referenciais te\u00f3ricos contempor\u00e2neos do p\u00f3s-humanismo e do novo materialismo, desdobrando e articulando pr\u00e1ticas material-discursivas que abordam, por exemplo, o conceito de natureculture (2003) de Donna Haraway (1944\u2013) e o realismo agencial (2012) de Karen Barad (1956\u2013). As conversas e atividades guiadas prop\u00f5em a desconstru\u00e7\u00e3o de dicotomias que empobrecem os debates e simplificam nossa compreens\u00e3o do mundo, imaginando uma influ\u00eancia circular, cont\u00ednua e m\u00fatua entre elementos org\u00e2nicos e maqu\u00ednicos.<\/p>\n\n\n\n<p>Por meio da jardinagem h\u00edbrida como ponto de encontro para discutir a converg\u00eancia biodigital, o jardim opera tanto como um laborat\u00f3rio experiencial quanto como uma met\u00e1fora para explorar sistemas h\u00edbridos que integram dimens\u00f5es biol\u00f3gicas, digitais e culturais. Os participantes s\u00e3o convidados a se engajar em mapeamentos participativos, no co-design de um jardim h\u00edbrido, na prototipagem com plantas e sensores e na documenta\u00e7\u00e3o coletiva, materializando conversas por meio do fazer e explorando como materialidades h\u00edbridas moldam novos modelos de coexist\u00eancia e de troca cibern\u00e9tica. Incentivamos n\u00e3o apenas a submiss\u00e3o de resumos de pesquisa, mas tamb\u00e9m de projetos conceituais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavras-chave:<\/strong> Mat\u00e9rias H\u00edbridas, Naturezacultura, Converg\u00eancia Biodigital, Jardim, G\u00eameo Digital<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sess\u00e3o 4: Futur\u00edveis \u2014 \u1f08\u03ba\u03c5\u03b2\u03ad\u03c1\u03bd\u03b7\u03c4\u03bf\u03c2 (Akyb\u00e9rn\u0113tos): Ecologias em Deriva como Cosmologias<\/h3>\n\n\n\n<p><em>Organizada por<a href=\"mailto:almeida.clarissa@gmail.com\" data-type=\"mailto\" data-id=\"mailto:almeida.clarissa@gmail.com\"> Clarissa Ribeiro<\/a> (USP, Brasil), Victoria Vesna (UCLA, Estados Unidos), Jill Scott (ZhdK, Su\u00ed\u00e7a), Claudia Jacques (Technoetic Arts Journal, Reino Unido), Rewa Wright (QUT, Austr\u00e1lia), Tania Fraga (UnB, Brasil), Rejane Spitz (PUC-Rio, Brasil)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A partir do conceito de \u201cfutur\u00edveis\u201d de Roy Ascott, esta sess\u00e3o explora futuros que emergem n\u00e3o do controle, mas da deriva \u2014 mundos compostos por encontros sincr\u00e9ticos, eventos rand\u00f4micos e ecologias multiesp\u00e9cies ruidosas. O termo grego \u1f08\u03ba\u03c5\u03b2\u03ad\u03c1\u03bd\u03b7\u03c4\u03bf\u03c2 (n\u00e3o guiado \/ n\u00e3o governado) enquadra estados sist\u00eamicos nos quais a condu\u00e7\u00e3o se dissolve, tratando a deriva como um terreno f\u00e9rtil para novos modos de aten\u00e7\u00e3o e resposta. Por meio de demonstra\u00e7\u00f5es ao vivo, instala\u00e7\u00f5es e de um \u201cLaborat\u00f3rio Akyb\u00e9rn\u0113tos\u201d, os participantes ir\u00e3o coexplorar sistemas baseados em ru\u00eddo, opera\u00e7\u00f5es de acaso e metodologias sincr\u00e9ticas que ressoam com pr\u00e1ticas cosmopol\u00edticas ind\u00edgenas, nas quais os mundos s\u00e3o forjados relacionalmente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavras-chave:<\/strong> Cibern\u00e9tica, Futur\u00edveis, Ecologias Ind\u00edgenas como Cosmologias, Ru\u00eddo, Deriva, Sincretismo, Artes Tecno\u00e9ticas<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sess\u00e3o 5: Conflu\u00eancias Emaranhadas \u2014 Projetando Futuros Relacionais a partir da Sabedoria Ind\u00edgena, da Teoria Qu\u00e2ntica e da Reflexividade da IA<\/h3>\n\n\n\n<p><em>Organizada por <a href=\"mailto:reking@fielding.edu\">R. Eva King <\/a>e <a href=\"mailto:fsteier@fielding.edu\">Frederick Steier<\/a> (Fielding Graduate University)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Esta sess\u00e3o promove um di\u00e1logo vivo entre tr\u00eas dom\u00ednios: a relacionalidade ind\u00edgena enraizada na terra, o pensamento sist\u00eamico qu\u00e2ntico e a reflexividade da IA, tratando-os como afluentes de um mesmo rio de produ\u00e7\u00e3o sist\u00eamica de sentido. Por meio de palestras provocativas e oficinas interativas (incluindo o \u201cShadow Conversations Lab\u201d, que explora a IA e a depend\u00eancia do observador, e o \u201cConfluence Mapping\u201d, que visualiza ontologias plurais), os participantes ir\u00e3o investigar como diferentes modos de conhecer podem coexistir sem colapsar na mesmidade. A sess\u00e3o tem como eixo a amplifica\u00e7\u00e3o m\u00fatua, examinando como designers de sistemas podem trabalhar com o sentido emergente, a responsabiliza\u00e7\u00e3o relacional e l\u00f3gicas n\u00e3o bin\u00e1rias. <\/p>\n\n\n\n<p>Aceitamos artigos, provoca\u00e7\u00f5es ou outras propostas que iniciem conversas para explorar essas ideias de forma mais aprofundada e coletiva.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavras-chave:<\/strong> Relacionalidade Ind\u00edgena, Pensamento Sist\u00eamico Qu\u00e2ntico, Reflexividade da IA, Emaranhamento, Design<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sess\u00e3o 6: Cartografias em Disputa \u2014 Mapeamento como Pr\u00e1tica de Tornar-se Recursivo, Grupo de Trabalho em Arte, M\u00eddia e Cibern\u00e9tica, American Society for Cybernetics<\/h3>\n\n\n\n<p><em>Organizada pelo <a href=\"mailto:wg-arts.media.cybernetics@asc-cybernetics.org\">Grupo de Trabalho em Arte, M\u00eddia e Cibern\u00e9tica<\/a> da American Society for Cybernetics<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Reformulando o enunciado de Korzybski \u2014 <em>\u201co mapa n\u00e3o \u00e9 o territ\u00f3rio\u201d<\/em> \u2014, esta sess\u00e3o prop\u00f5e a cartografia como uma metodologia coconstitutiva, relacional, recursiva e reflexiva, que transcende a mera representa\u00e7\u00e3o. Indo al\u00e9m das pr\u00e1ticas convencionais de mapeamento de cima para baixo, que mant\u00eam dist\u00e2ncia e desapego, a trilha explora formas de mapear ancoradas na intimidade, e n\u00e3o na vigil\u00e2ncia; na conversa rec\u00edproca, e n\u00e3o na observa\u00e7\u00e3o unilateral.<\/p>\n\n\n\n<p>Por meio de apresenta\u00e7\u00f5es de artigos, performances, di\u00e1logos, oficinas e instala\u00e7\u00f5es, os participantes ir\u00e3o se engajar com o mapeamento n\u00e3o como algo separado do mundo, mas como algo entrela\u00e7ado ao seu pr\u00f3prio desdobramento, revelando como diferentes modelos iluminam diferentes aspectos da realidade, ao mesmo tempo em que reconhecem a pluralidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavras-chave:<\/strong> Territ\u00f3rio, Cartografia, Modelo, Reflexividade, Pluralidade<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sess\u00e3o 7: Conflu\u00eancia Conversacional \u2014 Epistemologias Operativas: a Segunda Ordem como Sa\u00edda da Hegemonia Algor\u00edtmica<\/h3>\n\n\n\n<p><em>Organizada por <a href=\"mailto:arantzan@gmail.com\">Arantzazu Saratxaga<\/a> (Aix-Marseille Universit\u00e9)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Em um momento em que a intelig\u00eancia artificial estrutura de forma crescente os processos sociais, esta trilha abre perspectivas epistemol\u00f3gicas alternativas que operam para al\u00e9m de vis\u00f5es influenciadas por algoritmos. No centro da proposta est\u00e1 a tese de que romper com reivindica\u00e7\u00f5es hegem\u00f4nicas de verdade e com estruturas de poder epist\u00eamico exige a observa\u00e7\u00e3o da observa\u00e7\u00e3o, um princ\u00edpio de segunda ordem que questiona os pr\u00f3prios fundamentos epistemol\u00f3gicos da constru\u00e7\u00e3o da realidade. Os participantes trabalhar\u00e3o conjuntamente no desafio de desenvolver \u201cepistemologias operativas\u201d, isto \u00e9, epistemologias cibern\u00e9ticas, que rompam com a hegemonia algor\u00edtmica. Com base no construtivismo radical, na cibern\u00e9tica de segunda ordem e em teorias operativas, a trilha oferece um contraponto pluralista, dial\u00f3gico e reflexivo aos sistemas de IA que afirmam ver, conhecer e resolver tudo. Ser\u00e3o examinadas cren\u00e7as centrais que sustentam a posi\u00e7\u00e3o hegem\u00f4nica da IA, tais como: observa\u00e7\u00e3o versus representa\u00e7\u00e3o, determinismo algor\u00edtmico versus auto-organiza\u00e7\u00e3o generativa, caixa-preta versus transpar\u00eancia, comunica\u00e7\u00e3o versus controle e autorreflexividade versus automa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavras-chave:<\/strong> IA, Epistemologias, Segunda Ordem<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sess\u00e3o 8: Conflu\u00eancias Ciber-Sist\u00eamicas \u2014 Reunindo os Dispersos, Reorientando os Distra\u00eddo<\/strong>s<\/h3>\n\n\n\n<p><em>Organizada por <a href=\"mailto:cabralfilho@gmail.com\">Jos\u00e9 dos Santos Cabral Filho<\/a>, <a href=\"mailto:sandro.schlindwein@ufsc.br\">Sandro Luis Schlindwein<\/a>, Mateus Stralen<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A partir da percep\u00e7\u00e3o de Vil\u00e9m Flusser de que o desafio da cultura tecnol\u00f3gica contempor\u00e2nea \u00e9 reunir o que est\u00e1 disperso e reorientar o que se encontra distra\u00eddo, esta trilha prop\u00f5e uma investiga\u00e7\u00e3o sobre tradi\u00e7\u00f5es do pensamento ciber-sist\u00eamico. Busca conflu\u00eancias entendidas como processos de refinamento da aten\u00e7\u00e3o, cultivo de encontros inesperados, explora\u00e7\u00e3o de possibilidades de modelagem e avan\u00e7o em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 a\u00e7\u00e3o sob condi\u00e7\u00f5es de incerteza e complexidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Em vez de abordar a tecnologia como um aparato de controle restritivo ou de resolu\u00e7\u00e3o estrita de problemas, a trilha convida os participantes a engajar pr\u00e1ticas ciber-sist\u00eamicas como uma forma de tocar o desconhecido: acolhendo os problemas antes de tentar resolv\u00ea-los, por meio de modos de sintonia que permanecem com aquilo que resiste \u00e0 compreens\u00e3o imediata. Central para a trilha \u00e9 o cultivo de di\u00e1logos reflexivos \u2014 encontros com outros, humanos e outros-que-humanos, nos quais perturba\u00e7\u00f5es m\u00fatuas se tornam oportunidades de aprendizagem e transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A compreens\u00e3o pode emergir por meio de modelagens sutis e provis\u00f3rias das intrincadas rela\u00e7\u00f5es, em vez de representa\u00e7\u00f5es fechadas e inequ\u00edvocas. A a\u00e7\u00e3o \u00e9 abordada pela l\u00f3gica de fazer e desfazer n\u00f3s: engajar restri\u00e7\u00f5es de modo topol\u00f3gico, e n\u00e3o instrumental, sem reinstaurar um controle totalizante, reconhecendo quando desfazer \u2014 ou mesmo n\u00e3o agir \u2014 pode constituir, por si s\u00f3, uma resposta cibern\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p>As contribui\u00e7\u00f5es s\u00e3o incentivadas a abordar conflu\u00eancias ciber-sist\u00eamicas como processos vivos que re\u00fanem a aten\u00e7\u00e3o e reorientam ag\u00eancias distra\u00eddas, mantendo em jogo a incerteza, a pluralidade e a reflexividade. A trilha acolhe propostas que n\u00e3o se alinhem prontamente \u00e0s orienta\u00e7\u00f5es tem\u00e1ticas das demais trilhas. Essas propostas podem assumir a forma de artigos, trabalhos art\u00edsticos, experimentos performativos ou pr\u00e1ticas especulativas que operem entre disciplinas e escalas, bem como contribui\u00e7\u00f5es mais diretamente vinculadas \u00e0s tradi\u00e7\u00f5es do pensamento sist\u00eamico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavras-chave:<\/strong> Pensamento Ciber-Sist\u00eamico, Cibern\u00e9tica de Segunda Ordem, Vil\u00e9m Flusser, Arte e Tecnologia, Di\u00e1logo Reflexivo, Modelagem, Aten\u00e7\u00e3o, Controle<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ASC Brasil 2026 \u00e9 organizada em torno de sete sess\u00f5es tem\u00e1ticas, cada uma conduzida por proponentes que ir\u00e3o orientar as conversas em seu respectivo campo. Os participantes s\u00e3o convidados a submeter contribui\u00e7\u00f5es alinhadas \u00e0s quest\u00f5es e aos formatos da sess\u00e3o escolhida. 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